• Os Exilados de Capela - Assista Agora

    No livro Os Exilados de Capela Edgard Armon pressupõe a existência de uma civilização muito desenvolvida, moral e intelectualmente, que habita o quarto planeta em órbita de Capella, estrela da constelação do Cocheiro. Um grupo de capelinos não teria correspondido à evolução moral dessa civilização e seus espíritos teriam sido transferidos para o planeta Terra distante há cerca de 5.000 anos luz, dando início à jornada civilizacional humana por meio de sucessivas encarnações.Devido ao alto grau de conhecimentos que possuíam esses espíritos, se destacaram na matemática, astronomia, arquitetura, agricultura e navegação, deixando obras como as pirâmides do Egito, os jardins suspensos da Babilônia e as edificações maias e astecas, entre outras.

  • A HISTÓRIA DE DITINHO

    Salve Deus, meus filhos! A cada dia me apavoram as responsabilidades, mas eu continuo me atirando em minha missão com todo o amor e com toda precisão. Vejam: eu estava cheia de afazeres, como sempre, quando chegou um jovem desencarnado, um homem com precisamente 35 anos, que foi me dizendo:

  • AS VIDAS DO LENHADOR

    Este é um exemplo vivo do que tanto precisam e que me serviu – e vem servindo – a vida inteira. Condicionados, nós nos esquecemos do nosso relacionamento eterno com Deus... Sim, porque ao homem condicionado muito pouco podemos fazer na Doutrina. É tão grande a sua indiferença às coisas deste Universo, que então todo o Sistema Espiritual, principalmente se ele desfrutar de saúde e cultura, vive e sofre para contestar o Espírito da Verdade. Ele enche seu ambiente com seus maus pensamentos, tornando mais triste este mundo.

  • REILI E DUBALI

    Filho, para que a criatura cumpra, fielmente, os desígnios desta doutrina é indispensável que desenvolva os seus próprios princípios divinos. É preciso que se sacrifiquem em favor do grande número de espíritos que se desviam de Jesus. É preciso, filho, que estejas no luminoso caminho da fé, da caridade e da virtude, do ESPÍRITO DA VERDADE.E, principalmente, filho, aqueles que tombaram dos cumes sociais, pelos abusos do poder, da autoridade, da fortuna e da inteligência.

  • A HISTÓRIA DO DOUTRINADOR

    Há muitos anos, em um jantar na casa da Vó Sinharinha, a mãe da Tia Neiva, escutei, pela primeira vez, a história de um espírito, que foi trazido à presença de Nossa Mãe, pelos Mentores, para contar sua história, que deveria ser recontada aos filhos de Pai Seta Branca. Eu era um adolescente e fiquei impressionado com aquele relato. Foi muito interessante, pois à medida que a Tia ia contando, as imagens se formavam em minha mente e nunca mais as esqueci. Escutei, outras vezes, a Tia Neiva contar esta história e ela sempre falava que era A HISTÓRIA DO DOUTRINADOR.

  • UM HOMEM DE DOIS MUNDOS  

    Em uma aula no Templo, em julho de 1976, Tia Neiva contou esta história, que foi intitulada “Um Homem de Dois Mundos”:

  • O PRESIDIÁRIO CONSELHEIRO

    Certa vez ouvi uma voz que chamava por meu nome. Ao me voltar deparei-me com um senhor de mais ou menos 45 anos de idade, com uma aparência de Espírito Evoluído que me disse: Tia Neiva, eu quero lhe contar a minha história para que sirva de exemplo, aos Espíritos que têm como lema a violência, acreditando que somente a vingança lava seus corações.Acercando-se de mim continuou:

  • O AMANHECER NA CACHOEIRA DO JAGUAR

    Salve Deus, meu filho! Vamos sentir a vida das Princesas e melhorar o nosso comportamento com respeito ao amor.Sim, as crioulas Princesas, em 1700, no Brasil Colônia, anunciavam o seu tempo de evolução nas senzalas. A dor do destino Cármino de um povo em desenvolvimento. Então, tudo começou a vibrar quando os dois grandes missionários Pai Zé Pedro e Pai João resolveram agir no campo vibracional de nossa missão, com esse imenso amor, ouvindo e sentindo o Céu,os poderes de Vô Agripino, que emitia aos mesmos toda a Luz do Santo Evangelho.

  • UMA ROSA VERMELHA

    Uma Rosa Vermelha

  • ALMAS GÊMEAS

    Existia uma bela fazenda, situada no município de Ponta Porã, estado de Mato Grosso, tendo como proprietário o Sr. Germano Perez, que ali vivia com sua esposa, Dª Guiomar Peres, e seus três filhos. Sua filha mais velha, linda mocinha paraguaia, nos seus 14 anos de idade, cabelos compridos e louros, olhos negros “rasgados”, chamava-se Justininha Perez. Ali vivia, em completa harmonia, esta honesta família. O Sr. Germano tinha muitos negócios com animais de criação, de inigualável qualidade. Apesar de sua nacionalidade paraguaia, já se sentia um brasileiro naturalizado.