Orientação: Adjunto Oliban Mestre José Donato

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  • TRABALHOS DE ARAMÊ
    UNIFICAÇÃO DAS LEIS DO AMANHECER

    No dia 4/fev/2003, ocorreu o I Encontro Doutrinário dos Presidentes de Templos do Amanhecer, no qual o Trino Ajarã implantou a 1ª Etapa da Unificação das Leis do Amanhecer, com a matéria aprovada pelo Trino Araken. A reunião foi gravada em fitas de vídeo e documentada em ata, para registrar e comprovar a veracidade das informações. 

    Sobre o ARAMÊ ficou estabelecido: 

    I REFLEXÃO = Um dia aconteceu o reencontro. A Prisão é o meio mais sutil para o reajuste, pois terá que ter sempre Amor e Consciência para alcançarmos a libertação (veja a história de Aragana). 

    II O Presidente do Templo é o responsável para promover a prisão e a libertação dos médiuns que por Deus lhes foi confiado. 

    III O Templo deverá contar com o Corpo Mediúnico mínimo indispensável para este trabalho (veja Livro de Leis). 

    IV O Aramê só pode ser realizado com o mínimo de 7 prisioneiros. 

    V A Prisão terá duração de 14 a 15 dias. 

    VI Para o prisioneiro se submeter à libertação, terá que ter o mínimo de 2.000 bônus, com pelo menos 1.000 assinaturas. 

    VII O início do trabalho de libertação terá que ser após o atendimento de todos os pacientes. 

    VIII Este trabalho só poderá ser realizado com a Corrente Mestra aberta. 

    IX Os Mestres que vão participar da Libertação, com exceção da Condessa Nathanry e seu Mestre, deverão fazer a preparação. 

    X No decorrer deste trabalho a Mesa deverá estar com os trabalhos abertos (obedecendo a exigência da ocupação dos faróis). Os Tronos também deverão estar abertos com, pelo menos, um funcionando. 

    XI PREPARAÇÃO = A distribuição dos Prisioneiros no interior do Templo é feita à direita do Radar. Sob nenhuma hipótese os prisioneiros poderão ocupar os Tronos. 

    XII Os Adjuntos Rama 2000, junto com a Corte e todos que vão emitir, sentam-se nos bancos à esquerda do Radar. 

    XIII A Representante de Koatay 108 e a Representante da Condessa Nathanry, com seu Mestre, posicionam-se à direita do Radar. 

    XIV COMANDO = O Presidente da Corte, que deverá estar no Radar usando Capa, faz uma breve harmonização, ressaltando a importância do Trabalho de Prisão. Em seguida convida a todos para que fiquem de pé para receberem a Representante de Koatay 108 com uma salva de palmas. 

    XV Em seguida pede novamente para que todos fiquem de pé e convida a Representante da Condessa Nathanry e seu Mestre para ingressarem no Templo. São recebidos com uma salva de palmas. A Representante deverá conduzir-se de sombrinha aberta somente até a sua posição. 

    XVI Depois o Comandante dá início ao trabalho das Emissões, convidando inicialmente dois Adjuntos Rama 2000 para fazerem suas emissões e Cantos. 

    XVII Em seguida convida a Ninfa Sol Yuricy para, de joelhos, fazer sua Emissão e Canto (Obs.: Somente as Ninfas emitem de joelhos, exceto a Representante da Condessa, que emite de pé). 

    XVIII A seguir o Dirigente convida o Mestre Aganaro para fazer sua Emissão e Canto (só o Mestre escalado deverá emitir). 

    XIX Em seguida o Dirigente convida a Ninfa Cigana Aganara para que faça sua Emissão e Canto. 

    XX Depois convida a Ninfa Cigana Tagana para fazer Emissão e Canto. 

    XXI Em seguida convida a Representante da Condessa Nathanry e seu Mestre para fazerem suas Emissões e Cantos. 

    XXII Depois o Dirigente convida o Mestre Ajanã para fazer sua Emissão e Canto. 

    XXIII Em seguida o Dirigente faz o convite à Promotoria para fazer Emissão e Canto, ressaltando a importância dos próximos momentos e esclarecendo que tudo que for dito pelo Promotor está ligado ao transcendental dos que se encontram na roupagem de Prisioneiro. 

    XXIV Depois da Promotoria, o Dirigente convida a Defensoria para fazer Emissão e Canto. Este começa a sua defesa calcada nas acusações do Promotor. 

    XXV Após a Defensoria, o Presidente do Tribunal pede a presença dos Abnegados Pretos Velhos (só os Ajanãs incorporam). Os Médiuns emitem o Mantra Pai João. 

    XXVI Depois é feito o convite ao representante do Cavaleiro da Lança Vermelha para fazer Emissão e Canto. 

    XXVII Logo após, o Presidente do Tribunal pede a presença dos Abnegados “Cavaleiros de Oxosse e Cavaleiros Verdes”. Os médiuns emitem o Mantra TAPIR (todos os Aparás incorporam). 

    XXVIII Em seguida, o Dirigente faz a Contagem. 

    XXIX Após isso, as Samaritanas (posicionadas à direita do Pai Seta Branca) servem o Sal e o Perfume. Os Mestres Aganaros e as Ninfas Ciganas (também posicionados à direita do Pai Seta Branca) recebem as atacas e os Exês. As Ciganas entregam os Príncipes. 

    XXX Ao término do Ritual, a Corte deverá conduzir de volta as Representantes de Koatay 108 e da Condessa Nathanry acompanhada de seu Mestre. 

    ARAMÊ

    No período de sua Prisão, mestres e ninfas ficam sob a ação dos cobradores, o que os leva a um estado mais sensível e irritadiço, além de achaques e perturbações físicas que aparecem nessa fase. Os espíritos, perdidos no ódio, na vingança, nos rancores, chegam ao recinto do trabalho já emanados pela Espiritualidade Maior, que os mantém contidos durante todo o período da Prisão. Apenas têm o desejo de cobrar por todo o mal que lhes foi feito, mas seu ódio já está enfraquecido pela emanação de amor que lhes chega, contentando-se, então, em verificar se houve realmente transformação, uma verdadeira mudança de sentimentos, em seus algozes do passado, e se satisfazem com uma cobrança muito reduzida. Este mínimo cobrado é que tem que ser satisfeito pelo médium durante seu trabalho de Prisão. Com amor e humildade, o médium prisioneiro deve colher seus bônus e trabalhar o máximo que puder na Lei do Auxílio, aceitando, com tolerância, as dificuldades que lhe forem criadas pelo cobrador nesse período. Ao se iniciar o Aramê, todos os nossos cobradores se fazem presentes, ficando contidos pelas redes magnéticas lançadas pelos Cavaleiros Verdes. Ali está, também, toda a energia recolhida pelos bônus, separados médium por médium. Essa energia tem que ser classificada, separada, manipulada e depositada de acordo com cada prisioneiro e seu respectivo cobrador, porque cada um receberá de acordo com seu merecimento. Os Pretos Velhos fazem a primeira manipulação da energia concentrada pelos cantos e emissões da abertura do trabalho, unificando e filtrando as forças. O canto do representante do 1º Cavaleiro da Lança Vermelha projeta uma intensa força desobsessiva que ilumina as mentes dos cobradores, eliminando a ação negativa de outros espíritos desencarnados. Em seguida, os Caboclos e os Cavaleiros de Oxosse projetam poderosa força que vai permitir aos cobradores abrirem seus olhos e enxergar, pela primeira vez, após tantos séculos de escuridão. Com a Contagem, os cobradores recebem as forças recuperadoras de seus sentimentos, de sua razão, fazendo com que perdoem aqueles que julgavam ser seus inimigos, e, pelas Elevações dos Doutrinadores, são conduzidos para planos espirituais superiores, onde são recolhidos em albergues e hospitais para sua recuperação e posterior continuação de suas jornadas. O Aramê é um trabalho onde a libertação de prisioneiros é feita em grupos, uma vez que se caracteriza por faltas cometidas em coletividades, isto é, combates e campanhas que envolveram o desencarne de muitos inocentes e indefesos, em demandas territoriais, pelas ocupações violentas, questões de terras e posse de bens materiais, sem a característica de confrontos pessoais, transcendentais, que devem ser resolvidos no Julgamento. No Aramê, de modo geral, o espírito só conhece aquele que foi sua vítima do passado no momento do reencontro, porque não havia individualização nos confrontos. Reis, nobres, governantes, generais, senhores de engenho e outras figuras de destaque e de poder, empenhados em suas ações guiadas pela ambição, pela vaidade e pelo orgulho, devastaram plantações e povoados, mataram ou mandaram matar milhares de pessoas inocentes, cuja única falta foi estarem atravessados em seus caminhos, ocupando habitações e terras objeto da cobiça desses poderosos, o que lhes custou perseguições, violências e morte. No Aramê se juntam grupos de combatentes e perseguidores de uma mesma época, de uma mesma campanha, com o objetivo de obterem o perdão e a conseqüente libertação de suas vítimas. Isso deve estar bem claro para o comandante do trabalho, especialmente no que diz respeito à fase final, na hora da Contagem, que deve ser voltada para o esclarecimento e iluminação das mentes dos que ali estão, encarnados e desencarnados, visando obter o perdão daqueles que ficaram perdidos, por tanto tempo, no ódio, no rancor e na vingança. 

    ARAMÊ NO TEMPLO-MÃE

    Ao ser apagada a Chama da Vida, no Turigano, após a saída da entrega de forças da Escalada, o mestre Aganaro começa a coordenar o trabalho. Reúne sete Ajanãs, com as suas respectivas ninfas Sol, que irão incorporar da Chama da Vida; verifica a presença das duas Samaritanas, que irão servir o sal e o perfume para a entrada na Via Sagrada; de um Mago e uma Nityama, que irão acender a Chama da Vida; das ninfas Ciganas Aganaras e Taganas, que portam os recipientes com sal e perfume de que irão se servir os mestres após a libertação; da ninfa representante da Condessa Natharry e de seu mestre; do Ajanã que irá incorporar Pai João de Enoque; do mestre representante do 1º Cavaleiro da Lança Vermelha; e da ninfa Sol Yuricy. Todos presentes, o Aganaro faz uma harmonização, e dá início ao trabalho, organizando a corte dos mestres e ninfas para a abertura da Chama e convidando uma das duas Samaritanas que estão na anodização para fazer sua emissão e seu canto. Terminado o canto da Samaritana, a corte se anodiza e a Nityama e o Mago - importante que seja um Sol e outro Lua - se posicionam para acender a Chama, fazendo suas emissões e cantos. Quando o Mago iniciar sua emissão, o coordenador Aganaro faz a chamada para organizar as filas de mestres e ninfas que iniciarão a anodização tão logo seja acesa a Chama da Vida. Vão dando entrada na Via Sagrada, em ordem: o dirigente do trabalho, o Trino Aganaro, o representante do 1º Cavaleiro da Lança Vermelha (que sentará no meio do banco à direita da entrada da Via Sagrada), a Yuricy Sol (que ficará sentada à direita do projetor do dirigente), o Ajanã que irá incorporar Pai João e sua ninfa (que se sentarão na extremidade do banco à direita da Via Sagrada), a Cigana Aganara e a Cigana Tagana que irão fazer suas emissões e cantos, sentando-se em seguida à Yuricy Sol; a ninfa cantora, que ficar à direita do dirigente; os mestres Aganaros, as Ciganas Aganaras e Taganas em missão na corte; os sete mestres Ajanãs e suas ninfas (prisioneiros ou não), que se sentam após a anodização, aguardando a formação do trabalho. A representante da Condessa e seu mestre fazem a anodização. Em seguida, o dirigente pede que a corte conduza a representante da Condessa. Tão logo a corte penetre na Via Sagrada, o dirigente pede que todos fiquem de pé e recebam, com uma salva de palmas, a representante da Condessa. Todos devem ficar de pé até que a representante da Condessa chegue ao seu projetor. Em seguida, entram os prisioneiros que irão ocupar os bancos da Via Sagrada, com respectivas ninfas (de acordo com a ordem hierárquica dos mestres: Trinos Triada, Trinos Herdeiros, Adjuntos Arcanos, Trinos Administração, Presidentes de Templos do Amanhecer, Trinos Juremá, Trinos Iramar, Rama 2.000, etc.), sentando as ninfas à sua esquerda, na mesma linha dos bancos; mestres e ninfas prisioneiros, aos pares, que irão entrando, alternadamente, à esquerda e à direita do Turigano, sendo posicionados pelos Aganaros, enquanto o dirigente faz uma peroração para conscientizar os prisioneiros e inicia a chamada para as emissões e os cantos, dando prioridade à ordem hierárquica dos mestres sentados na Via Sagrada ou, se não houver Arcanos nem Presidentes, escolhendo os que serão chamados. É obedecida a seguinte ordem para emissões e cantos: dois mestres da Via Sagrada, um de cada vez, que sobe o primeiro degrau do projetor do dirigente e fica à esquerda, de frente para a Chama da Vida; a ninfa Yuricy Sol, que se ajoelha em uma almofada, à direita do dirigente; o Trino ou Cavaleiro Aganaro, que emite do degrau do projetor; a Cigana Aganara e, em seguida, a Cigana Tagana, que emitem ajoelhadas na almofada; e o Ajanã, que emite do degrau do projetor. Ao terminar a emissão do Ajanã, o dirigente comunica que é o momento de manipulação das energias pela Falange de Pretos Velhos e que, naquela oportunidade, as ninfas Lua não incorporam - somente os Ajanãs. O dirigente faz o convite aos Pretos Velhos, e todos emitem o Hino dos Pretos Velhos. Os Aganaros devem ficar atentos para, caso verifiquem a incorporação de alguma ninfa, providenciar, com cuidado, sua desincorporação. Terminado o Hino, o dirigente agradece a presença dos Pretos Velhos e convida o representante do 1º Cavaleiro da Lança Vermelha para fazer seu canto, que o atende e se posiciona no degrau do projetor central. Terminado o canto, o mestre volta ao seu lugar e o dirigente pede que todos os mestres e ninfas Aparás se levantem. Faz o convite aos Caboclos e Cavaleiros de Oxosse, enquanto os Doutrinadores emitem o mantra Tapir. Ao ser finalizado o mantra, o dirigente verifica se todos estão desincorporados e faz sua emissão e canto, iniciando a Contagem. Após as três elevações que concluem a Contagem, os Aganaros organizam uma fila indiana, mestres e ninfas em uma só linha, um atrás do outro, começando pelos que estão nos bancos da Via Sagrada, e que ficam diretamente alinhados com a representante da Condessa. Em seguida, passam as Samaritanas que serviram a anodização e os Ajanãs e suas ninfas, vindo, em continuação, os demais prisioneiros. Os mestres passam pela Condessa, fazem a reverência, e só depois de terem saído da Via Sagrada, isto é, atravessado o portal à esquerda da Condessa, tiram suas atacas e as entregam ao Aganaro responsável, servindo-se do sal e perfume. As ninfas fazem a reverência diante da Condessa e saem passando pelo projetor central, onde fazem uma reverência a Koatay 108, e deixam a Via Sagrada pelo portal à direita do dirigente, só tirando o exê e o sudaro após saírem da Via Sagrada. Mestres e ninfas passam pela defumação ao entrarem no Templo, onde devem fazer seus agradecimentos ao Pai Seta Branca, a Jesus e a seus Mentores por mais aquela grandiosa realização. Após passar o último prisioneiro, o dirigente se retira e, após ele, toda a corte. Após ter saído a Condessa, a Nityama e o Mago procedem o apagar da Chama da Vida. Por decisão dos Trinos Presidentes Triada de 3.10.98, nos Trabalhos de Julgamento e Aramê a corte de Nityamas, Gregas, Mayas, Magos e Príncipes deverá ser liberada logo após conduzirem a representante da Condessa Natharry ao seu posto. Não deverão permanecer no Turigano até a incorporação de Pai João de Enoque ou o término do Aramê. Após apagarem a Chama da Vida, o Mago e a Nityama escalados deverão ser liberados. Os Exês e Sudaros não devem ser jogados na água diante de Pai Seta Branca, e, sim, aproveitados em futuras prisões. 

    ARAMÊ NOS TEMPLOS DO AMANHECER

    Por não disporem do Turigano, os Templos do Amanhecer realizam o Aramê dentro do Templo, após encerrado o atendimento aos pacientes. O Presidente solicita que os recepcionistas providenciem a formação dos médiuns: de pé, uma fileira de mestres e ninfas Lua, tendo atrás, também de pé, uma fileira de correspondentes mestres e ninfas Sol. Nos bancos, próximo ao Radar, ficam mestres e ninfas que vão emitir. A representante da Condessa Natharry e seu mestre ficam aguardando em um dos Castelos do Templo. Os médiuns que sobrarem das fileiras poderão, também, se acomodar nos bancos. Todos em seus lugares, o Presidente faz breve harmonização e convida a corte para trazer a Condessa. Todos de pé, recebem a Condessa com uma salva de palmas. A Condessa fica posicionada em lugar previamente determinado pelo Presidente, próximo ao Radar. É feito o convite para emissão e canto, consecutivamente: dois mestres Trino Juremá, Trino Iramar ou Rama 2.000; a ninfa Sol Yuricy; o mestre Aganaro; as Ciganas Aganara e Tagana; e o Ajanã que irá incorporar Pai João de Enoque. As ninfas emitem ajoelhadas em uma almofada. Terminada esta fase, o Presidente convida o mestre designado como Promotor e alerta os prisioneiros para a importância dos próximos momentos. O Promotor, usando uma faixa vermelha envolvendo sua cintura, se dirige à representante da Condessa, ao Presidente e à Divina Corte, e faz sua emissão e o canto da Promotoria. Em seguida, dentro de uma linha doutrinária, relata os crimes que poderiam ter ocorrido em eras passadas e que determinaram aquela situação dos prisioneiros, de forma breve e concisa, que não deverá ultrapassar quinze minutos. Concluindo, o Promotor pede que seja feita a Justiça e pede permissão para se retirar. O Presidente convoca o Advogado da Defesa, que terá uma faixa branca em sua cintura, e que terá quinze minutos para, doutrinariamente, pedir o perdão pelos atos praticados pelos prisioneiros. Em continuação, o Presidente invoca a presença dos Pretos Velhos (quando só os Ajanãs incorporam) enquanto os demais médiuns emitem o Hino de Pai João. Se houver um representante do 1º Cavaleiro da Lança Vermelha, este é convidado a emitir seu canto logo após a desincorporação dos Pretos Velhos. Seguindo o ritual, o Presidente pede que todos os Aparás fiquem de pé e convida a presença dos Caboclos e dos Cavaleiros de Oxosse, enquanto os Doutrinadores emitem o mantra Tapir. Agradecida a presença destas entidades, o Presidente faz sua emissão e seu canto e dá início ao trabalho de Contagem. Ao final, os prisioneiros vão saindo, com mestres entregando suas atacas e as ninfas retirando seus exês e Sudaros, anodizando-se com sal e perfume servidos por uma Samaritana. 

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