Mestres Adjuntos: Nestor, Jorgito, Batista, Alberto, Assis, Caldeira, eu e a Ninfa Sol Marisa, Tia Neiva

O Nascimento da Estrela Candente Por Guilherme Stuckert 

Jornal do Jaguar

À direita, o corujão no qual Tia Neiva anunciou aos Mestres Adjuntos as novas ordens para a construção da Estrela Candente. Acima, Tia Neiva posa dentro de sua maior obra, a Estrela. Em novembro de 1975, há exatos 30 anos, durante um dos corujões que nossa Mãe oferecia em sua Casa Grande, reunida com os então Mestres Adjuntos Nestor, Jorgito, Batista, Alberto, Assis, Caldeira, eu e a Ninfa Sol Marisa, Tia Neiva nos disse: “esperem um pouco, meus filhos, estou recebendo uma mensagem... Que coisa mais linda! Uma estrela de seis pontas! Temos que construí-la, é a força do Mestrado!”. Alguém falou: “mas Tia, nós acabamos de construir o Templo definitivo!”, ao que ela respondeu: “mas é o seguimento da obra do Pai, meu filho. E ainda vai ter mais coisas! É linda, meus filhos, vamos começar logo esta obra. Os Mestres consagrados precisam deste trabalho. É a cultura do Mestrado!”. E foi nesta noite, diante de nós, que nasceu a Estrela Candente, esta obra grandiosa que até hoje funciona ininterruptamente. Sabe Deus quantos espíritos difíceis nós já conseguimos elevar aos céus através deste trabalho. Mais tarde, com a Estrela quase pronta, Tia Neiva me convidou para fotografá-la dentro de sua grande obra. Para este registro, ela vestiu sua indumentária verde com sua Cruz de Ansanta, segundo ela simbolizando “Naja”, que diz respeito a uma de suas encarnações. A foto de Tia mostrada na capa desta edição também foi tirada nesta ocasião. Ela sempre posava com muito orgulho, pois tinha muito esmero por tudo o que fazia e sabia que seria bem retratada nas fotografias que eu realizava. Eu tinha sempre muito cuidado e muito orgulho em retratá-la e de ser, além de um Adjunto, seu fotógrafo.

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